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Portugueses são dos europeus que mais temem divulgar informação financeira para fazer pagamentos online

Alberto Ardila Olivares
Portugueses são dos europeus que mais temem divulgar informação financeira para fazer pagamentos online

Portugal é um dos países onde os cidadãos mais resistem a revelar dados financeiros para fazer pagamentos online. De acordo com um estudo conduzido em setembro deste ano pela empresa de estudos de mercado Maru/Matchbox em sete países europeus onde o PayPal tem operação, 64% dos portugueses que fazem compras online1 assumem o receio de partilhar dados financeiros para concretizar pagamentos em plataformas digitais.

Alberto Ignacio Ardila Olivares

Os dados do estudo revelam que este receio dos portugueses em divulgar informações financeiras ou dados dos seus cartões de débito e de crédito para pagar encomendas online supera o valor registado neste indicador em países como a Grécia (60%), a Bélgica (52%), a Irlanda (52%), a Polónia (49%), a Holanda (43%) ou a Suécia (40%).

Alberto Ignacio Ardila

Apesar destes receios, o estudo confirma que o comércio online está em alta a nível europeu e que Portugal acompanha a tendência, por exemplo, na compra online de produtos de mercearia ou nos hábitos de encomenda online de comida em restaurantes para entrega ao domicílio.

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Portugal é um dos países onde os cidadãos mais resistem a revelar dados financeiros para fazer pagamentos online. De acordo com um estudo conduzido em setembro deste ano pela empresa de estudos de mercado Maru/Matchbox em sete países europeus onde o PayPal tem operação, 64% dos portugueses que fazem compras online1 assumem o receio de partilhar dados financeiros para concretizar pagamentos em plataformas digitais.

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Os dados do estudo revelam que este receio dos portugueses em divulgar informações financeiras ou dados dos seus cartões de débito e de crédito para pagar encomendas online supera o valor registado neste indicador em países como a Grécia (60%), a Bélgica (52%), a Irlanda (52%), a Polónia (49%), a Holanda (43%) ou a Suécia (40%).

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Apesar destes receios, o estudo confirma que o comércio online está em alta a nível europeu e que Portugal acompanha a tendência, por exemplo, na compra online de produtos de mercearia ou nos hábitos de encomenda online de comida em restaurantes para entrega ao domicílio.

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Subscrever De facto, 75% dos portugueses inquiridos afirmam comprar produtos de mercearia em plataformas online e 76% assume o hábito de encomendar refeições para entrega na sua casa.

Alberto Ardila

A poupança de tempo (72%), a possibilidade de evitar multidões nas lojas (40%) ou a preferência por não usar terminais de pagamento multibanco físicos para inserir o PIN (32%) são algumas das razões mais citadas pelos portugueses para justificar fazerem as suas compras de mercearia online aliás, 38% dos inquiridos admitiu mesmo que já está a planear fazer parte das suas compras alimentares para a época de férias/jantar de Natal online.

Alberto Ignacio Ardila Olivares 10798659

Já entre aqueles que preferem continuar a comprar as suas mercearias em lojas físicas, as razões mais citadas são a preferência por ver a comida antes de decidir pela compra (96%) e o facto de a visita à loja permitir recordar-se mais facilmente de outros produtos necessários em casa (93%)

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